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    Cinco projetos FODAS criados por mulheres

    Durante toda a semana, falou-se sobre o Dia Internacional da Mulher. No nosso Facebook e Instagram, compartilhamos algumas histórias de mulheres empoderadas que nos inspiram todos os dias na luta. E agora fizemos uma lista com cinco projetos fodas criados por mulheres igualmente fodas para vocês se inspirarem. Esperamos que vocês se lembrem de que nem sempre a luta vai ser fácil, mas juntas podemos mudar esse cenário tão fatal. ❤ Revista AzMina Como não amar uma equipe formada só por mulheres? AzMinas é uma instituição sem fins lucrativos que usa a informação para combater os diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras. Elas fazem isso sem deixar de lado as diversidades de raça,…

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    8 textos de mulheres incríveis que você precisa ler

    No Dia Internacional da Mulher, somos bombardeadas com um bando de propagandas que exaltam nossos atributos: nossa força, compaixão, inteligência… Tudo, claro, com o intuito de vender, mas essa crítica fica para outro dia. Então, para esse dia, fiquei me perguntando se realmente fazia sentido escrever mais um textão da vida. No lugar disso, separei oito textos de mulheres incríveis que trazem pontos mega interessantes sobre o que é ser mulher, nosso corpo, sexualidade e identidade. Confira: 

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    Julianna Costa: O erótico além do clichê

    Depois de 50 Tons de Cinza, os livros eróticos ganharam um espaço inacreditável dentro das editoras e nas prateleiras das livrarias. Porém, a maioria peca em retratar as mocinhas sempre como seres frágeis, que precisam de um herói para salvá-las das suas vidinhas pacatas. Somos sempre incompletas, sem personalidade, esperando um homem dar sentido às nossas vidas. E isso enche o saco. Mas, calma!, nem tudo está perdido. São nomes como Julianna Costa que, no cenário nacional, escrevem protagonistas femininas fortes, que têm parceiros porque querem, não porque precisam. E hoje vocês vão conferir a entrevista que eu fiz com ela sobre o universo dos livros eróticos, esse estereótipo da mocinha…

  • A culpa não é sua, mana.

    Quando alguém é assaltado, é muito difícil falarem que a culpa é de quem perdeu seus pertences. Quando alguém é atropelado, a culpa raramente cai em cima do pedestre. Porém, de acordo com a pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 37% dos entrevistados concordaram com a afirmação “mulher que se dá ao respeito não é estuprada”. Achou ruim? Tem mais: 30% concordaram com a frase “mulher que usa roupa provocativa não pode reclamar se for estuprada”. Eu só tenho uma coisa pra te falar: mana, a culpa não é sua. 

  • Estupro não é sexo

    Estupro não é sobre sexo. É sobre poder e violência. É sobre acreditar que o corpo do outro pertence a alguém que não a própria pessoa. Esse texto não é para falar sobre o caso da menina de 16 anos que sofreu estupro coletivo no Rio de Janeiro. Esse texto é sobre uma das muitas faces da cultura do estupro enraizadas na sociedade patriarcal. É para falar que a violência contra mulher é a norma, e não a exceção.

  • O abuso sexual nas universidades

    Acontece em universidades ao redor do mundo, mas é silenciado. Ignorado. O abuso sexual sofrido por estudantes nos campi universitários vem sendo pauta das questões de gênero. Universitárias ao redor do mundo estão manifestando contra a violência a mulher dentro das instituições de ensino. No Brasil, muitas estudantes reclamam da omissão das universidades nos casos de abuso sexual.

  • Porque eu parei de tomar a pílula

    Desde que eu me entendo por gente, ou melhor, por mulher, sabia que a sociedade considerava meu dever evitar a gravidez. Essa obrigação está tão enraizada que a maioria dos métodos contraceptivos foram feitos para as mulheres – além da camisinha, a única alternativa masculina é a vasectomia. Por isso, quando decidi ter uma vida sexual ativa, logo corri para o ginecologista para começar a tomar a tão famosa pílula. Cinco anos depois, resolvi que estava na hora de parar.

  • A primeira lição do pole dance

    A primeira coisa que me falaram antes de começar as aulas de pole dance foi “tira uma foto no primeiro dia e registra sempre a evolução”. O que eu não compreendia ainda na época era o quanto a palavra evolução pode ser abrangente.

  • Pornografia de vingança: vamos falar sério?

    Eles eram amantes de escritório. Ela não queria mais, terminou tudo. Ele, ofendido e magoado, mostrou para os outros homens do escritório a foto Dela pagando um boquete. Entre incentivos e repreensões dos colegas, Ele posta a foto. Coitada Dela. Quando volta ao trabalho se sente humilhada e com medo da reação do marido. Ela decide se vingar e ameaça o amante com uma foto dele levando uma dedada, mas não posta. Essa poderia ser a história de uma as 224 mulheres brasileiras que registraram o vazamento de suas fotos íntimas em 2014, mas foi o episódio da vida de uma personagem da série do Multishow “Odeio segundas”. Roteirizada por…

  • Pornô feminista: muito além do mito

    Você está sozinha em casa, de bobeira e resolve ver um pornô para tocar uma. Você entra em um desses grandes sites e procura por algum vídeo que parece ser interessante. Está tudo preparado, porta trancada, e então você dá o play. Só que o vídeo te faz querer fechar as pernas em vez de abrí-las. Isso pode acontecer por vários motivos, mas um dos principais é que a maior parte da pornografia produzida hoje é voltada para o público masculino, ignorando que quase um quarto dos acessos são de mulheres. Seja com seus enredos mega clichês (quando existe um), a objetificação das mulheres e zero preocupação com o prazer feminino,…