• Exibicionismo: muito mais do que um fetiche….

    Olá, meninas, tudo bem? Na coluna de hoje irei responder uma pergunta de uma leitora que está na dúvida sobre suas práticas sexuais. Vamos aproveitar esse momento para falar sobre fetiches, que, originalmente, era um objeto material ao qual se atribuem poderes mágicos ou sobrenaturais, positivos ou negativos. Inicialmente, este conceito foi usado pelos portugueses para referir-se aos objetos empregados nos cultos religiosos dos negros da África ocidental. Já na psicologia, o fetiche é uma parafilia, ou seja, um padrão de comportamento sexual no qual a fonte predominante de prazer não é o ato em sim, e sim em outra atividade. Curiosa? Vem com a gente. 

  • A culpa não é sua, mana.

    Quando alguém é assaltado, é muito difícil falarem que a culpa é de quem perdeu seus pertences. Quando alguém é atropelado, a culpa raramente cai em cima do pedestre. Porém, de acordo com a pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 37% dos entrevistados concordaram com a afirmação “mulher que se dá ao respeito não é estuprada”. Achou ruim? Tem mais: 30% concordaram com a frase “mulher que usa roupa provocativa não pode reclamar se for estuprada”. Eu só tenho uma coisa pra te falar: mana, a culpa não é sua. 

  • Sobre consentimento e estupro

    Muita gente ainda não consegue enxergar a linha entre estupro e sexo. Isso acontece, em grande parte, porque nós, enquanto sociedade, temos uma visão que o estupro é praticado por maníacos que aparecem do nada e arrastam as mulheres para um beco no meio da noite. Mas não é assim que a banda toca: o estupro também pode acontecer nas boates, escolas, igrejas e até mesmo dentro de casa. E nem sempre é por um completo estranho: em mais de 85% dos casos relatados, o agressor tinha vínculo com as vítimas. É inegável que vivemos em uma cultura do estupro e precisamos combater isso de todas as formas. Então, vamos falar sobre consentimento?