• que nem mocinha - camisinha feminina - capa

    Vem saber mais sobre a camisinha feminina! ❤

    Sabem o que eu percebi? O Que Nem Mocinha existe há quase um ano e meio e nós nunca tínhamos falado sobre a camisinha feminina! Um absurdo que será corrigido agora, caras leitoras. Esse método contraceptivo, apesar das suas altas taxas de sucesso, é que nem caviar: nunca vi, nem usei, eu só ouço falar. Acredito que o mesmo aconteça com vocês, não? Por isso separei cinco alguns fatos que vão mudar o modo como vocês veem esse tipo de camisinha: 

  • método billings - que nem mocinha

    Conheça o Método Billings

    Cada vez mais, as mulheres estão parando com a pílula e considerando outros métodos contraceptivos. Essa mudança tem vários motivos: os efeitos colaterais (como aumento de peso e baixa libido), preocupação com o risco de trombose, aumento da enxaqueca e querer conhecer e estar conectada com próprio corpo e ciclo menstrual. Algumas, como eu!, procuraram outros métodos desenvolvido por médicos, como o DIU (de cobre e hormonal) e o anel vaginal, enquanto outras optam por técnicas naturais para evitar a gravidez. E é sobre esse último grupo que vamos falar hoje, mais especificamente sobre o método Billings. Entre seus benefícios, está o aumento do autoconhecimento da mulher.

  • Cyclofemina, o anticoncepcional injetável

    Olá, mocinhas! No mês passado, uma das nossas incríveis leitoras sugeriu que falássemos sobre a injeção Cyclofemina. Eu nunca tinha ouvido falar sobre, mas como não consigo resistir aos pedidos que vocês nos mandam, fui pesquisar mais sobre. De acordo com o site, é um “contraceptivo na forma de suspensão aquosa injetável que equilibra as ações de dois importantes hormônios no sistema reprodutor feminino e em baixas concentrações”. Para entender mais como funciona, mandei uma série de perguntas para eles, que foram respondidas pelo doutor Héctor Guerra López, Gerente Médico de Laboratórios Carnot. O resultado você confere agora!

  • Seis meses sem anticoncepcional

    Olá, mocinhas do meu coração. No tutorial de hoje, eu vou ensi– brincadeira, só não tinha um jeito legal de começar esse post mesmo. Hoje eu vou falar sobre as principais mudanças no meu corpinho depois de bater a marca de seis meses sem tomar a pílula anticoncepcional. Parece muito tempo, mas vou te falar: passou em um piscar de olhos. Não quero servir como exemplo para ninguém, porque cada corpo é diferente e as reações variam de mulher para mulher. Vou só contar minha experiência e, quem sabe, tirar dúvidas de quem está pensando parar com a pílula. 

  • Um mês sem a pílula anticoncepcional

    Há um mês, eu decidi parar de tomar a pílula anticoncepcional – o que me rendeu muitos olhares arregalados e frases como “você não tem medo de engravidar?”. Engraçado que, em um mundo com tantos métodos contraceptivos, apenas dois podem ser utilizados ou foram feitos para o homem (a camisinha e a vasectomia) e ninguém os julga caso eles não queiram usar nem um, nem outro. Porém, quando a mulher decide parar de se prevenir (pelo motivo que seja), ela passa ser a única responsável pela gravidez. Além do mais, as pessoas acham que o anticoncepcional só serve para fins contraceptivos. Bem, uma coisa é certa: um mês depois de jogar a cartela…

  • Contracepção: Métodos hormonais

    Muitas pessoas acham que o único modo de prevenir a gravidez é usar a camisinha e/ou a pílula. Existem muitos outros, e é fundamental conhecê-los e conversar com seu ginecologista para saber qual é o melhor para você. Além dos métodos de barreira, existe os hormonais. Como o próprio nome já diz, eles utilizam a combinação dos hormônios sexuais (como estrogênio e progesterona) para inibir a ovulação e evitar a gravidez. Lembrando que nenhum método é 100% eficaz e somente a camisinha impede a transmissão de DSTs. Com isso em mente, chegou a hora de conhecer os métodos hormonais.