(+18) Cumprindo pena

Mais um conto para esquentar a sexta-feira! Dessa vez, entre Paula, uma menina recatada, e um homem sexy, porém inalcançável: seu professor da faculdade, pelo menos 20 anos mais velho. Mas será que ele é realmente inalcançável? Só lendo para descobrir!
Lembrando que é um conto erótico e, assim, não é recomendado para menores de 18 anos. Pelo conteúdo do texto e pelas imagens, recomenda-se não ler em locais públicos.

 Eu era uma menina recatada, tímida, sabe? Morria de vergonha quando os meninos da escola olhavam para os meus peitinhos escondidos por sutiãs de algodão cheios de florzinhas. Apesar de aquilo me causar umas contrações que eu não conseguia explicar, ficava constrangida se alguém me olhava nos olhos, e exigia minha total atenção. Eu sempre fui a Paulinha, boa aluna, boa filha, boa amiga… Enfim, sempre boa, nunca ótima. Quando saí de Limeira, uma cidade pequena e sem graça do interior, para São Paulo, além da faculdade de Direito, buscava ser ótima em algo, qualquer coisa!
O primeiro semestre do curso passou sem maiores sustos ou novidades, e eu já tava achando que nada de mais iria acontecer comigo justo na cidade que rola de tudo, a todo momento.
Foi aí que tudo mudou.
Um homem estranhamente sexy entrou na minha sala de aula, colocou sua maleta em cima da cadeira, e escreveu “Criminologia e Introdução ao Direito Penal” no quadro negro. Sentou na mesa e esperou que nós ficássemos em silêncio para se apresentar. Ele parecia ter uns quase 40 anos, com movimentos muito sutis, quase felinos. Me causaram uma coisa tão maluca por dentro que eu achei que era um terremoto — mas não, era só minha calcinha ficando encharcada. E para uma (quase) mulher de 20 anos, que nunca na vida tinha sido tocada nem pelas mãos dela, minha existência já tinha valido a pena só por aquela entrada triunfal.
Quando ele abriu a boca, eu já estava sedenta de vontade de ouvir sua voz, e quando dela saiu “Bom dia turma, meu nome é Roberto, e eu vou acompanhar vocês neste semestre pois o professor Paulo está de licença médica. Espero que aproveitem da minha companhia”, PRONTO! Eu já estava suada, e mal sabia eu que tinha acabado de ter um orgasmo no meio de 35 pessoas, e uma delas olhava fundo nos meus olhos.
Os dias foram passando e minhas noites ficavam cada vez mais insuportáveis, porque o maldito do professor Roberto não saía da minha cabeça. Eu não sabia mais o que fazer, toda vez que acordava suada e molhada entre as pernas só de pensar nas mãos dele me pegando com força por trás. Aquilo definitivamente estava me matando!
Quase dois meses de Direito Sexual, quer dizer Criminal, passaram e eu fui mudando… Comprei saias mais justas, sutiãs que já eram de renda fina e não mais aquele algodão florido de anos atrás — graças a Deus diga-se de passagem — e saltos mais altos para ir a aula, com a desculpa inocente de reformar meu guarda roupa e me adequar mais ao universo que me esperava. Mas pareceu que nada daquilo abalou o sr. Professor Perfeito, ao contrário dos garotos da sala, que eu via me lançando olhares que me davam a impressão de quererem arrancar minha roupa ali mesmo.
Foi então que numa segunda feira cinza e chuvosa, bem típica da cidade, eu estava na esquina da faculdade, indo para o metrô, quando senti uma mão quente pousar no meu ombro. Desta mão tinha a voz mais calma do mundo enquanto falou “Paula, gostaria de falar com você”. Assim que me virei, quase cai de susto ao ver o Roberto, naquele terno impecável, olhando para mim em um meio sorriso.
– Oi, professor, pode falar.
– Paula, tenho visto você muito desatenta nas minhas aulas, e isto pode prejudicar seu desempenho nas provas neste final de bimestre. Queria saber se posso ajudar você em alguma coisa.
– (Sim, claro que pode, me beijando e lambendo da cabeça aos pés) Me desculpe, Roberto, estou passando por um momento de mudanças ainda, porque eu ainda sinto que acabei de chegar na cidade, sabe….
– Ah, você não é daqui?
– Não, sou de Limeira.
– Que legal! Corajosa você por sair tão novinha da casa dos pais e vir parar aqui. Se quiser, posso ser seu guia turístico e te mostrar o que São Paulo tem para te oferecer então.
– Não quero te incomodar, imagina! Você deve ter sua esposa pra cuidar, sem contar as aulas né…. Não quero incomodar. (Ah meu Deus, por que eu tenho que ser tão caipira assim?)
– Eu insisto! E não tenho nada para me preocupar além das minhas aulas, pode ficar tranquila. É só escolher um dia e começamos nosso tour.
– Ok, então, combinado! Agora eu preciso ir, tchau….
E fui embora com a sensação de algumas coisas iam mudar na minha vida. E definitivamente mudaram.
Nos encontramos na mesma esquina alguns dias depois de combinarmos ir em um café que ele dizia gostar muito, perto da faculdade, e que se chamava Maison de Marie. Eu fiquei com este nome na cabeça, e fiquei imaginando coisas já, acho que estava viajando…
E entre um gole de capuccino e outro, nossa conversa foi ficando mais leve, quando veio o convite.
– Paula, já passou das quatro, o que acha de tomarmos algo mais forte?
– Ah, é que eu nunca bebi…
– Não? mas pode relaxar, comigo está segura, se quiser vamos lá para casa, assim se acontecer algo, ninguém vai ver.
– (Meu Deus! e agora o que eu faço?) Tá bom, mas vai ter que cuidar de mim se eu passar mal, tenho certeza que sou fraca para bebida.
Seguimos para casa dele, que por sinal, era muito linda, toda clara e confortável. Assim que entrei, pedi licença para ir ao banheiro e retoquei a maquiagem, dei uma olhada em mim mesma e pensei “Que porra você tá fazendo Paulinha?” “Tentando viver, óbvio…” Respondi a mim mesma, e percebi que minha calcinha estava grudada na minha boceta e aquela sensação estava me deixando com muito tesão já. Quando voltei para sala, já estava tocando Nina Simone bem baixinho e tinha duas taças de vinho tinto em cima da mesinha de centro. Matamos uma garrafa muito rápido, e eu estava ficando altinha já, tanto que a alça da minha blusa caía e ele a colocava no lugar de novo. Todo toque, todo olhar, parecia me devorar por dentro.
– Paula, posso te fazer uma pergunta?
– Sim, Roberto, todas.
– Você tem namorado, ou algo assim?
– Não, nunca namorei nem nada, não sou boa nestas coisas.
– Que coisas?
– Ah, você sabe… Sexo e tudo mais.
– Você é virgem, Paula?
– (Se ele me chamar de Paula mais uma vez eu vou morrer) Sim, sou.
E eu fui tomada por uma coragem que nem sei de onde veio e disse:
– Mas eu queria resolver isto… Aprender umas coisas e tal.
– E quer que eu te ensine?
– Sim, muito
– Mas terá que ser do meu jeito, tudo bem?
– Sim, Roberto, eu…
– A partir de agora me chame de “senhor”, Paula.
– Sim, senhor – mas que coisa mais estranha, pra que formalidade uma hora destas? –, eu confio no Sr.
– Ótimo, eu já volto então…
E saiu pela sala como se nada tivesse acontecido! Fiquei pensando se falei demais, se fiz algo errado. Pensei mil coisas, na verdade, e quando ele voltou, todo vestido de preto e com uma caixa de madeira nas mãos, fiquei ainda mais confusa. Ele se sentou no sofá, colocou esta bendita caixa ao lado dele, e me mandou ficar em pé na frente dele, e começou.
– Paula, você é uma menina linda e deve saber disto. Seu olhar, seus lábios, e sua pele, me chamaram atenção desde que coloquei os olhos em você a primeira vez, e não estamos aqui por acaso, não duvide disto, eu quis que estivesse aqui na minha frente, pronta para ser minha, você acredita?
– Sim
– Sim….?
– Sim, senhor.
– Muito bom! Agora tire toda a sua roupa, Paula, e me entregue sua calcinha. Agora.
E assim eu fiz, tirei peça por peça sob o olhar faminto do Roberto, que antes era meu professor, e agora era meu Senhor, seja lá o que isto significasse. Por mais bizarro que isto pudesse parecer, eu estava amando tudo aquilo. Quando ia tirar minha calcinha, pressionei o tecido contra minha boceta molhada com os dedos e soltei um pequeno gemido sem querer, mas me concentrei e entreguei nas suas mãos. Ele desembrulhou aquele pedacinho de renda melada e cheirou profundamente como se tivesse o aroma mais exótico, e lambeu meu mel ali como quem come uma iguaria, e prosseguiu nas suas ordens.
-Paula, seu gosto é maravilhoso, puro… Não vejo a hora de sentir sua boceta quente na minha cara! Mas ainda não é a hora. Fique parada com os braços e as pernas afastadas, e prenda os cabelos em um coque.
– Sim, senhor.
E assim eu fiz, e ele abriu a caixa e tirou dela uma pena, e começou a passá-la em torno de todo meu corpo, pelo pescoço, nuca, seios, braços, a parte interior das coxas, e foi subindo pelo meu sexo e aquilo estava me deixando maluca, e eu estava ofegante já!
Ele me mandava relaxar e sentir meu corpo responder aos seus estímulos, e fui obedecendo.
– Paula, uma coisa você tem que aprender, a dor e o prazer caminham lado a lado. E eu vou te ensinar unir isto de uma maneira que nunca irá esquecer.
– O que o senhor irá fazer?
– Irei te dar prazer até sentir dor, e te dar dor até que aprenda sentir prazer.
Ele simplesmente se levantou e foi andando pelo corredor, e parou em frente a uma porta — e eu o segui, lógico. Quando abriu, minha espinha ficou gelada, e senti meu sangue se esvair do rosto. Era escuro, sem janelas e só velas iluminavam o ambiente. Tinha paredes azul marinho que pareciam ser de veludo, com uma cama com quatro pilastras em cada canto, cordas penduradas, algemas, e coisas que eu nem sei o nome… Já tinha lido coisas como 50 Tons de Cinza, mas sempre achei que era mentira. Pelo visto, sim, tem gente que gosta disto, e a única coisa que passava na minha mente era “fudeu”.
E então ele disse:
– Paula, minha menina, você precisa confiar em mim e prestar atenção agora, entendeu?
– Sim, senhor, entendi.
– Escolha uma palavra e ela irá ser sua palavra de segurança, e eu só irei parar de tocar em você quando disser ela. Qual será?
– Eu não sei… (Porra que palavra eu vou escolher?)
– Paula, escolha, se não não irei parar! Pense em algo que tenha a ver com você, algo que faça parte de você.
E colocou uma espécie de pulseira de couro em uma das minhas mãos.
Eu não conhecia nada de sexo, eu era virgem, tinha 20 anos, era uma caipirona, e era ingênua o suficiente para me deixar cair numa dessas…. É isso! Ingênua seria a palavra.
– Senhor, a palavra será ingênua.
– Perfeito Paula, nenhuma palavra seria melhor para te descrever. Agora, vamos começar.
Ele me acorrentou em dois pilares que tinhas alças para colocar as mãos e os pés, e eu ouvi um estalar alto que parecia um chicote — e realmente era! Ele começou a me chicotear, e eu sentia as tiras lamberem minhas pernas, minhas costas e minhas bunda como línguas de fogo e eu gritava. A cada nova chicotada, eu escorria cada vez mais. E ai eu descobri no que era ótima: obedecer e sentir dor, e eu gostava perigosamente disto, tanto que decidi que aquela não seria a hora de usar a tal palavra de segurança.
E depois desta sessão de dor veio o prazer…
Ele se agachou entre minhas pernas e lambeu meu sexo como um cão que não vê água há dias! Lambeu meu grelo sem parar e eu comecei a rebolar na cara dele,. Cada vez mais eu achava que algo ia explodir bem dentro da minha boceta, eu pedia para ele não parar, mas ele parava, e lambia meu cu. As ondas de prazer ficavam indo e vindo como um mar forte que estava prestes a me engolir.
– Isso, Paula, deixa seu gozo vim! Explode na minha boca, minha puta, que eu quero me lambuzar com o seu melzinho virgem.
E continuou a me sugar como se quisesse arrancar de mim, algo monstruoso.
– Aaaaaaah! Não para, senhor, não para!!
E eu tive meu primeiro orgasmo na cara daquele homem, que seria a fonte dos prazeres mais loucos que eu iria ter na vida. E quando voltei a mim, ele me colocou na cama, me amarrou e voltou a me bater, mas desta vez com um chicote que mais parecia uma palmatória. Ele batia nos meus mamilos, no meu grelo com muita força e eu implorava por mais, sempre mais. Estava tão entorpecida por aquele misto de tesão e dor que nem percebi quando ele veio para cima de mim e sussurrou no meu ouvido “Agora, Paula, vou entrar em você, em todos os seus buracos e será minha para sempre.”
E assim foi, depois da primeira estocada, que nem doeu de tanto que eu estava encharcada, ele continuou metendo com força em mim até que eu tivesse meu segundo orgasmo. Desta vez, minhas pernas tremiam sem parar, e me fez lembrar do “terremoto” que senti ao vê-lo da primeira vez, e constatei que aquele homem era uma força da natureza e estava tomando por completo! Desmaiei levemente, eu acho, porque só voltei a ficar atenta quando senti as cordas se soltando dos meus braços e pernas, fazendo arder minha carne antes presa.
– Agora, Paula, você vai ficar de quatro e empinar essa bunda gostosa. Porque esse cuzinho vai ser meu! Vou te ensinar a ser uma boa cadela para o seu Dono, uma cadela bem safada e que dá tudo o que tem. E tudo que é seu, será meu hoje.
E ele colocou uma coleira em mim!
Como assim? Ele realmente queria me transformar em uma cachorra?
Meu deus, o que as pessoas diriam se vissem a Paulinha de Limeira, de quatro, na cama de um homem quase 20 anos mais velho e que tinha gostos esquisitos, usando uma coleira. As coisas mudaram, a Paulinha virou a Paula, a puta. E eu estava amando ser essa puta.
Enquanto ele segurava minha guia, me fazendo arquear as costas o máximo possível, bateu nas minhas pernas para que as afastasse e encostou em mim um objeto que me lembrava um dedo, mas era gelado e parecia de metal. Foi passando devagar entre meus grandes e pequenos lábios, introduzia na minha bocetinha já toda aberta e melava tudo por fora, quando encostou no meu grelo e aquela coisa começou a vibrar muito!
Cada vez que ele encostava em mim aquilo, eu soltava um grito, sentia meu grelo formigar e ele puxava mais a guia, e voltava a fazer tudo de novo, e quando achou que estava pronta, colocou um dedo molhado no meu cu, depois dois, e três…
– Sua putinha deliciosa, eu vou te mostrar como amansar uma cadela! Você está pronta, Paula?
– Sim, eenhor, estou pronta para o senhor arrombar meu cu e me transformar na sua cadelinha favorita.
E assim ele fez. Entrou em mim devagar, e eu senti minha carne rasgar, uma dor estranha me invadir, mas eu não queria parar, eu estava completamente tomada pelo tesão e pelo desejo de pertencer ao homem que se dizia meu Senhor.
E o vai e vem do seu pau no meu cu, cada vez mais forte e mais rápido me pirava, mas deixava tensa, e cada vez que isso acontecia ele metia um vibrador metálico na minha boceta e eu perdia a noção de tudo e só queria mais uma vez explodir em um orgasmo delicioso. Estava ficando viciada!
Quando ele gozou, e me fazer sentir aquele jato quente dentro do meu cuzinho, e desejei aquela porra na minha boca, porque não achei justo ele saber como era meu gosto, e eu não poder provar do seu. Eu precisava de tudo que vinha dele.
O Roberto me deu banho, me ajudou a me vestir, me deu um copo de café e disse que isto ajudaria a impedir que eu tivesse uma ressaca. Eu não dizia nada, porque obviamente estava em estado de transe com tudo aquilo!
Ele me deixou na porta da sua casa depois de ter chamado um taxi, e eu pensei como um professor de Direito, tão educado e cavalheiro, era capaz de fazer coisas tão sórdidas e deliciosas.
Quando abriu a porta para que eu entrasse, plantou um beijo na minha testa e disse:
-Você é ótima Paula! E agora será minha. Até a próxima aula, na faculdade e aqui em casa.
E eu fui embora com a certeza de que uma nova mulher havia nascido dentro de mim.
Texto originalmente publicado no site http://ingenua.com.br/
Se quiser transformar sua fantasia em um conto, envie um e-mail para sofia@quenemmocinha.com

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