• E elas viveram felizes para sempre

    A representação entre casais do mesmo sexo na televisão norte-americana continua pouco significativa. Em geral, as séries possuem poucos personagens pertencentes à comunidade LGBT e, quando possui, suas histórias não tem finais felizes. Nos últimos tempos, após a morte de 14 personagens lésbicas, a situação ficou tão desconcertante que a comunidade de fãs LGBT criou o movimento LGBT Fans Deserve Better. Entretanto, o episódio 18 da 5ª temporada da série Once Upon a Time trouxe um pouco de felicidade para seus fãs. Atenção: a matéria contém spoilers sobre OUAT. 

  • As novas narrativas dos jogos

    No mundo real, as mulheres passam por situações de pequenas opressões cotidianas, como gaslighting e mansplaining, que tendem a passar despercebidas, e situações de opressão extrema, como a violência e o abuso. No mundo virtual, a situação não é muito diferente. A misoginia continua presente na internet e os exemplos são diversos. Eles vão desde comentários ofensivos, passando por assédios indesejados nas redes sociais e chegando a pornografia de vingança. E nós estamos cansadas disso.

  • Sexy, linda, feliz e gorda!

    Pessoas gordas transam. Pessoas acima do peso gozam. Pessoas fora do padrão estético social são capazes de viver sua sexualidade de forma plena. Elas também amam, apesar de muitos esquecerem. O problema está em assumir que elas não fazem nada disso, em acreditar que o peso de alguém define toda sua existência. O preconceito social está no pensamento que determina o gordo como alguém incapaz de viver plenamente, apenas por ser gordo.

  • Final Feliz Para Quem?

    O ano tem, até o momento, 85 dias. Até o dia de hoje, 8 personagens lésbicas foram mortas no horário nobre da televisão norte-americana. De acordo com o estudo mais recente feito pela GLADD (Gay And Lesbian Alliance Against Defamation, uma ONG que defende os direitos LGBT), apenas 4% de 881 personagens regulares da televisão aberta são gays, lésbicas ou bissexuais, um total de 35 personagens. A morte dessas 8 personagens, somente em 2016, representa algo em torno de 15% de todas as mulheres LGBT em seriados de grandes emissoras.